A cada dia os softwares ficam mais inteligentes e abrem-se novas portas para o uso dos famosos algoritmos. Como é que esta “inteligência artificial” pode ajudar no combate à fraude? A PSE explica.

 

Já ouviu falar em Data Science? O termo é inglês, mas fácil de explicar: é a ciência de analisar dados, conseguindo traduzi-los em conhecimento e dando-lhes aplicações práticas. E é isto que a PSE faz desde 1994. Esta empresa portuguesa especializou-se no mundo da small data e da big data ou, por outras palavras, de análises micro e macro.

Hoje, o objectivo é ainda mais ambicioso. Entramos no mundo da smart data: um tipo de dados que é obtido com o fim de reproduzir padrões e criar algoritmos inteligentes. E agora a PSE apresenta a sua solução para combater as tentativas de fraude: a solução PSE Fraud Management, uma análise de risco de fraude para empresas.

A solução PSE apresenta-se como uma forma de ter uma actuação preventiva sobre este tipo de riscos, combinando técnicas de detecção de novos padrões, com softwares de análise preditiva – sempre baseados no conceito de aprendizagem e melhoria contínua.

O que permite fazer

A Solução PSE Fraud Management é inovadora no sentido em que contempla um sistema de scoring de risco em real-time baseado nas preferências do cliente: é flexível ao ponto de permitir a gestão e mudança dos critérios de risco e permite autonomia ao utilizador para definir os seus próprios modelos de risco e fraude.

O processo é muito simples de explicar e funciona em quatro partes: Prevenir, Detectar, Investigar e Sancionar.

Em primeiro lugar, a prevenção. Isto é, a criação de processos que protejam o negócio do cliente – seja ele qual for – e permitam criar um padrão de segurança. Depois, a Detecção. Que, no fundo, se traduz em todos os tipos de comportamento que fujam do padrão inicial de segurança: toda a actividade suspeita que fuja à norma é detectada e assinalada como possível fraude.

Mais tarde, é preciso investigar a actividade suspeita. É a etapa de Investigar, onde são disponibilizados um conjunto de relatórios de suporte e registo de resultados para a toma consciente de decisões. Por fim, Sancionar. Sancionar é partilhar conhecimento com outras entidades para prevenir estes padrões no futuro – por exemplo, através da criação de black lists comuns.

O futuro da segurança é inteligente e está a chegar a todas as empresas. E a melhor maneira de lidar com o risco é mesmo preveni-lo.

A quem se destina este tipo de solução?

Na verdade, a empresas de diversas áreas. Falamos de coisas tão distintas como detecção de fraude na participação de sinistros, em prestação de cuidados de saúde, utilização fraudulenta de cartões de crédito, riscos de pagamento, entre outros.

 

Artigo Público – 24/11